Quando uma pessoa é boa, é boa e não tem discussão. Esse é o caso da Amy Sheckleton, uma artista de 25 anos que trabalha em Toronto e inovou na pinturas de suas obras. Todas as imagens que você vê abaixo foram feitas da mesma forma: usando a gravidade. Sem dedos nem pincéis, a artista se utiliza de apenas duas coisas e, já que uma delas já foi citada, me resta falar a segunda: espremer garrafas. Tá que, às vezes, ela usa uma linha, mas isso é só pra ter algo pra guiá-la nas peças.
No vídeo, você pode ver que só a arte de mover a tela da maneira que ela move pra tinta seguir o fluxo certo já é um desafio pra maioria dos artistas. Mas, pra Amy, parece até fácil! Como eu ia dizendo, ao assistir o vídeo percebemos que é muito legal ver em detalhes o processo todo acontecendo. Tá que em 30 horas (tempo médio para completar uma pintura dessas) deve ficar um pouco monótono, mas em 2 minutos rola até da gente querer mais!
Se você for um dos que ficou animado com a ideia, pode ir procurando passagens pra Toronto, pois a Amy estará lá no Art Toronto 2011 esse mês.
Curtiu? Confira mais trabalhos de Amy Sheckleton aqui ou acesse nossa fonte: This is Colossal.
Veiculado apenas nos canais da tevê asiática, antes de viajar pela internet até aqui, esse comercial traz uma boa mistura entre música, dança e criatividade.
A Apple, que não é boba nem nada, resolveu inovar mais ainda esse dispositivo, e inovou o Facetime, aplicativo que faz chamadas de vídeo mas, dessa vez, ocupa a tela toda e, segundo eles, funciona mesmo.
Olha, eu ainda não experimentei pra saber, mas com o que eles fizeram com a ajuda do estúdio Playscope já deu pra sacar que essa ideia não viajou de tão longe à toa! Ao mesmo tempo que a Apple patrocinou esse vídeo, ele também virou uma “promo” do videoclipe da música “Good in my Hood”, de Eric Holljes. Bora, rapá, clica logo aí!
O artista Gavin Worth andou fazendo por aí o que ninguém (por enquanto) tentou fazer. Esculturas nós já conhecemos, mas o africano resolveu dar um toque especial às suas, e fazê-las com fios. E quer uma curiosidade interessante? O cara nunca cursou escolas de arte, era apenas obcecado com desenhos, pinturas e todas as formas de arte.
Mas o que nos interessa é a adaptação no Design das esculturas dele, então vamos a elas!
Ao passar o mouse em cima da imagem, você pode ler o nome da obra que está vendo. Que, aliás, foram feitas de forma inusitada: apenas com fios pretos (em alguns casos, brancos) dobrados e encaixados em um pedaço de madeira enquanto eram remodelados ao estilo livre, ou seja, o que veio na cabeça do Gavin, é o que a gente tá vendo.
Interessante perceber que, por serem peças muito frágeis, qualquer coisa pode alterar o desenho dele. Por exemplo, um vento pode mover o cabelo, braço ou costas de uma das esculturas. E eu comentei sobre o nome que cada obra recebeu porquê eles foram baseadas em momentos humanos. Ao ver o nome de cada peça, nos identificamos com o que o artista quis representar, que são os momentos mais simples e sem pretensão.
Bom, chega de informação, né? Apreciem as 12 imagens que separamos pra vocês.