Colírios para o Olhar

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Colírios para o Olhar

Pode ir por mim: esse post vai ser bastante especial. Principalmente porque é – basicamente – uma resenha do livro Sterep Graphics, que fala sobre (e mostra!) novas dimensões gráficas do design.

Abaixo de cada foto você vai achar uma descrição da imagem que acabou de ver. Então… Vamos lá?

Les Siestes Electroniques

Esse poster foi feito para um festival de músicas, que aconteceu na cidade de Tolouse, na França. A seleção de cores e o trabalho por trás dessa imagem renderam muitos pontos pra ela entrar aqui!

Fridge

Essas imagens foram feito pelo Dan Tobin Smith Studio Ltd., e foram produzidas para uma edição especial da revista Kilimanjaro – cujo tema era a comida, seu desperdício e os “direitos de alimentação de cada indíviduo”. Os criativos do estúdio gostaram da ideia de uma geladeira derrubando toda comida que existia dentro para ilustrar esse pensamento… Literal, mas super bem-feito, certo?

Desperdício

Wedding Cake

O mesmo valeu para essas outras duas imagens. Tanto uma quanto a outra ilustram o desperdício de forma artística.

Cliché Future

Produzida por Jean Jullien (empresa que leva nome do artista), esse poster vintage foi uma reprodução de velhos cartazes de ficção científica. A ideia é tão clichê e retrô que ficou super diferente, né? Muito irado.

Hopscotch Compendium

Esses posters foram criados para promover a Hopscotch Films como líder das produtoras independentes em seu país. Formada por balões, a imagem reproduz elementos da identidade de marca da companhia.

Coral Outcrop, de Jethro Haynes

Esse daí é o meu favorito! Olha que maneiro o uso de cores e a leveza dos objetos na imagem. Isso foi a feito para reproduzir um “coral floral” para ser usado como publicidade de um tênis da Pointer (no Reino Unido).

Zumtobel, de Émilie Rigaud

Zumtobel, de Émilie Rigaud

Essa intervenção foi parte de uma reportagem fictícia feita pra companhia de luz australiana, a Zumtobel. É como se os textos fossem matérias-primas, e a cada página as letras ficavam mais perto, até que a folha ficava inteiramente em branco.

Zumtobel, de Émilie Rigaud

Zumtobel, de Émilie Rigaud

Zumtobel, de Émilie Rigaud

Acho que o mais legal nesta série é o ritmo divertido e descontraído que essas letras dão à marca.

Bom, galera, é isso! Espero que tenham gostado do segundo post especial da Pointillé. Caso tenham sugestões, basta nos enviar comentários para o email que aparece no nosso blog.

Então é isso, people! Fui fazer outra coisa que não envolva imagens com nomes complicados e explicações mais ainda!

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Bebês tatuados com marcas?!

Branding Babies

Não existe uma mensagem antropológica e social por trás do título, não. O trabalho de Dietrich Wegner fala por si próprio, como você bem pode ver!

Branding Babies 2

O artista da Pensilvânia ficou intrigado com a ideia de cobrir bebês de verdade com tatuagens falsas multicoloridas de logos que nos cercam ao longo do dia. Apple, Lego, FedEx, Target, Honda… Todas fazem parte!

Branding Babies 3

Depois de lançar uma sessão de fotos de bebês de borracha tatuados, ele resolveu ir além. Dietrich diz que usando modelos vivos de verdade ele passa melhor a ideia de que nós vestimos, comemos e respiramos marcas o dia inteiro.

Branding Babies 4

Esses “mini-outdoors” têm o objetivo de nos fazer pensar no mundo do Branding, e até onde nós vamos para mostrar às pessoas as marcas que somos.

Branding Babies 5

Branding Babies 6

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