Um trocadilho com estratosfera e Twitter juntos, enfim, você entendeu! Seja como for, essa nova mídia social chegou pra nos expor de vez a qualquer um. Seja pra dizer que acabou de chegar no trabalho e está sentando a bunda na cadeira ou pra dizer que viu a vizinha gata no elevador agora há pouco, a febre do Twitter nos mostra como gostamos de se gabar/ contar/ fazer de coitado sobre a nossa vida.
E não é de hoje, isso não! Mas agora que esse movimento midiático vem chegando pesado perto da gente, quem não se envolve é engolido de uma forma ou de outra.
O que você faria se algum amigo seu dissesse que não tem Twitter? “Caraaaaca… Porquê? Mas pode deixar! Eu faço um pra você!!” – provavelmente essa seria sua resposta. Ou pior ainda… Alguém te diz que ainda usa Orkut?! Pronto. A pobre da pessoa é trucidada!
A verdade é que não importa qual seja a nova onda, temos que estar dentro nela, twittando (nesse caso) horrores pra que todos saibam que estamos felizes/tristes/enjoados/bêbados. É o novo ciclo da vida. Mas é óbvio que em todo novo ciclo vêm aqueles que quebram um pouco o sistema.
Quer um exemplo? Os “Twifanáticos”. Esses são os caras que, de uma forma ou de outra, colocam TUDO de desinteressante e insuportavelmente irritante na sua Home Page. Pra você entender melhor, veja esse viral super engraçado e caricato que está sendo veiculado na Internet!
Durante a semana que passou, um novo meme (termo pro que se copia a partir de outras pessoas) tomou conta da internet. Contra a narração de Galvão Bueno, o “CALA BOCA GALVÃO” alcançou a primeira posição dos trending topics do Twitter e fez os gringos se questionarem se seria esse o nome do novo single da Lady Gaga (que inclusive já tem letra) ou um movimento para salvar os fictícios Galvão Birds, pássaros brasileiros que estariam em extinção.
Mesmo dias após sua criação, a expressão continua em primeiro na lista de assuntos mais comentados do microblog. Sem ter como fugir, o próprio narrador comentou, cheio de bom humor, o movimento. Em entrevista à TV Globo, ele declarou que essa brincadeira já existia antes em seu círculo de amigos e que acha graça da expressão. Também, não dá pra não achar. O público se empenhou tanto que criou um vídeo e um perfil no Twitter (@galvaoinstitute) para pedir ajuda ao mundo e salvar os tais Galvão Birds.
A repercussão foi tão grande que o New York Times, o El Pais e o Advertising Age, dentre outros, publicaram matérias contando a história da brincadeira e, enfim, os gringos tiveram conhecimento do que realmente significa CALA BOCA GALVÃO. Mesmo assim, os manifestantes não desistiram, e continuam protestando em nome dos pássaros.